Boa tarde, pessoas! Agora estou com todas minhas frescuras pra postar prontas. Eu havia planejado postar em todo mês de outubro, mas, por motivos de forças maiores, não o fiz.
Por isso, novembro, pelo menos os meus posts, terão jogos consideradores pertubadores, do mais leve ao mais pesado com o passar das quintas feiras.
Eeeee eu não quero fazer a plaquinha.

F*ck this shit, vai ter só o vídeo mesmo
E hoje vou falar de um jogo indie em que pessoas beeeeem fracas consideram "Ah! Jogo inapropriado para crianças! Olha só quanta violência! E olha este ambiente, cruuuuzes", mas acho que isso é besteiras dos vovôs e vovós e acho um jogo bastante interessante pra todo mundo jogar.
O nome é: Limbo
História: Por ser um jogo mais focado na parte de quebra-cabeça mesmo, enquanto jogava, eu não achei a história bem definida. Nós acordamos nesse mudo preto e branco e só nos resta ir pra frente. Provavelmente eles queriam que descobríssemos nossa missão ao longo do jogo, porque, depois de um determinado tempo, nós vemos uma garotinha sozinha e tudo indica que temos que salvá-la.

Bom, procuramos mais a fundo, a garotinha, na verdade, é a irmã do garoto que controlamos. Ela, por algum motivo, foi parar no Limbo, ou Inferno, e o irmão tem que salvá-la de lá. Só que todo mundo no Limbo quer te matar... For reasons
Como disse, eles não quiseram focar tanto na história e a falta de diálogo a deixa bem confusa também.
Jogabilidade: Extramamente simples: você anda pra esquerda, direita, pula e segura/puxa/empurra objetos. Só. Por ter só isso, algumas fases são bem, beeem difícieis e interessantes de se fazer. Limbo não dá pra ser jogado em um dia todo, isto é fato. Além do mais, algumas fases tem anti-gravidade, ou você entra dentro de uma máquina e o piso vai "andando"... De fato, o jogo é bem interessante neste aspecto.
Curiosidades: Acho que a mais legal mesmo é o ambiente que os desenvolvedores criaram. Você vê que o jogo não é apenas "ah, mais um jogo de puzzle"
-Mas, Roxas, é só mais um jogo de puzzle...
Ok, é outro jogo de puzzle.

Mas, acredite, continua sendo massa!
O fato de ser tudo preto e branco atrapalha (na verdade, é legal, ok? Deixa coisado o coisa), vez ou outra, a ver o que está mais a frente... Ou seja, vai ter umas partes que você vai falar "Oooopa, pisei numa armadilha". A música também, quando você chega perto de alguma parte tensa muda; ajuda ou atrapalha, depende de como você reage a mudanças drásticas de som (jogos de terror são trabalhados nesta forma, sabia?).
Além disso, acho que pelo fato do garoto ser cabeçudo, num sei, deixa com ar mais "fofo" o jogo, apesar das situações que o garoto se mete e das infinidades de como pode morrer.
Disponível pra XBox 360, PC e PS3, há uma versão para download que os desenvolvedores disponibilizaram para quem quiser jogar o jogo for freeeeeedom. É bem levizinha e acho que até seu trambolhão do celular consegue rodar[?]. Pode baixar o jogo aqui.
Talvez eu tenha problemas quando, no jogo, tem algo de "fofo" nele, eu não consigo achar isso pertubador, como é o caso do Enzai.
Bom, algumas pessoas podem achar um garoto que corre estranho com olhos muito brancos totalmente pertubador, mas, sei lá.
Ele é tipo um pudim, sabe?
Um pudim assim:

Acho que isso retrata bem o ambiente do jogo.
Até a próxima quinta!