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24 de novembro de 2011

Hotel 626 - 6:00 PM to 6:00 AM

Ba' noite, pessoas!

Hoje vou falar de um oldschool lançado em 2008 que, quando foi lançado, causou muito pânico, terror e...
Bom.
Um monte de reações em cadeias pra esses masoquistas que adoram jogos de terror.

Antes de mais nada, eu vou confessor que, tendo "níveis" de tensidão sobre jogos de terror, o máximo que eu aguento é o do post anterior, o do Clock Tower. Daqui por diante eu não sou doido de jogar tudo 100%.


-Roxas, você vai falar de um jogo que nem jogou direito?


Hotel 626 foi uma amiga minha que me apresentou e falava "Joga, Roxas, é legal".
E ela estava jogando.
E, enquanto ela jogava e me mostrava o jogo, eu me afundava na cadeira e tapava meus ouvidos (como se adiantasse alguma coisa).

Sim, sou bem medroso.



História: Você começa acordando em um hotel e se vê preso nele. Recebe um telefonema dizendo que tem que sair daí o mais rápido possível.
Só que o Hotel ééé...

Ahn...

Bom, quando você vai andando, uma sombra cabeluda que veio do filme "O chamado" te suga e você acaba indo parar em lugares aleatórios deste hotel, como um quarto de uma hóspede, ou no banheiro...
Só que sempre tem que ter bizarrices e GRITOS nestes lugares que tu cai. Sempre.

Jogabilidade: Point-click, basicamente. Roda a bolinha do mouse em alguns casos, mas o jogo todo é feito disso.

PORÉM, segundo masoquistas, é fundamental você ter uma web-cam funcionando e microfone, pra dar mais emoção ao jogar Hotel 626.
A fase do lullaby (canção de ninar) mesmo você precisa do microfone, pois, dizem, que não é nem um pouco assustador girar a bolinha do mouse pra fazer a menininha dormir.


Mais emoção? MAIS EMOÇÃO? Seus malucos



O jogo tem 3 fases, uma da loira do banheiro, outro da lullaby e outro do cara do manicômio. Esta última tem um quebra-cabeça do inferno pra ser resolvido, mas você consegue (se for jogar).

Curiosidades: Creio que aqui todos sabem o que é um jogo em Flash, não sabem? Ataque do Unicórnio Robô, Sim Dates, dress-up's são todos jogos em Flash... E Hotel 626 também! Incrível a qualidade que conseguiram para este jogo.

Sabe Doritos? Então, o jogo foi patrocinado por eles.

Outra curiosidade é que o jogo só funciona das 18:00 às 6:00, para pegar o horário sem luz do sol (apesar de existir macetes para medrosos jogarem este jogo de dia).

Há a continuação do jogo do jogo, chamado Asylum 626, mas, segundo masoquistas, é incrivelmente podre comparado ao Hotel 626. Eu até pensei em jogar, mas... Eu não acredito na conversa deles. Néééh.

Caso você queira jogar Hotel ou Asylum 626, você pode jogar clicando aqui



-Roxas, este review foi um lixo
Eu sei... Eu sei! É que eu não consigo jogar direito o Hotel 626 e nem tem muito o que falar dele. É um excelente jogo em flash, mas o que posso falar se não consigo passar da primeira fase?
Sério, loiras me assustam! Principalmente quando elas gritam loucamente!


E assim os leitores jogam Roxas pela escada

17 de novembro de 2011

Clock Tower : First Fear

Ba' noite, pessoas!
Continuando os posts com jogos considerados pertubadores, hoje vou lhes apresentar um verdadeiro oldschool neste tipo de jogo.
Todos já devem conhecer:

  • Fatal Frame

  • Silent Hill

  • Siren (Ok, este último nem tanto)



-Roxas, já que está falando de jogos de terror, por que não citou Resident Evil?

Ora, porque estou falando de jogos de Survival Horror e, apesar de Resident Evil estar na lista, segundo a Wikipédia, estou falando de jogos que o principal foco não é matar monstros, mas sim fugir deles.

E vou apresentar hoje o pioneiro deste tipo de jogo: Clock Tower: First Fear



A menina está correndo de um anão pançudinho com uma tesoura gigante?


História: Nada muito complexo: você controla Jennifer, umas das 4 crianças que foram adotadas pela Sra. Mary, dona podre de rica. Ela leva as crianças para a casa dela e as deixa sozinhas na sala.
Por estar demorando muito a voltar, Jennifer decide procurar a Sra.Mary.

O problema é que, quando ela sai pra procurá-la, pouco a pouco, todas as outras crianças vão sendo mortas por...
Quando eu joguei, eu juro que gritei "P*T* M*RD*! UM ANÃO COM UMA TESOURA GIGANTE" e agora ele pra mim sempre será um anão com uma tesoura gigante.
Falando assim é engraçado, mas me deu um medo do caramba quando ele aparece pela primeira vez.


Ok, eu me envergonho por dizer que fiquei com medo


Enfim, o anão com a tesoura gigante vai matando as crianças adotadas uma por uma. Sua função é sobreviver e, se possível, salvar os seus irmãos.

Jogabilidade: Mouse, setas. Só isso que você tem.
Você não consegue matar o anão; só consegue se esconder e empurrá-lo.
Ah, uma coisa também nova para a época é que, caso você corra demais, a Jennifer fica cansada e pode tropeçar. Isto realmente te atrapalha se o anão está justamente atrás de você, então não abuse do botão de correr.

Você pode interagir com diversos objetos e descobrir o que acontece naquela casa e porquê cargas d'água o anão está matando todo mundo. O problema é que, se você realmente for querer descobrir tudo, seus irmãos morrem durante o jogo. Então, não demore muito.

Mas você tem muitos finais alternativos, não se preocupe.

Curiosidades: Não acredite no primeiro final que você vê no jogo. Uma grande inovação que este jogo trouxe para os jogos da nossa geração são os múltiplos finais que mudam completamente o rumo da história. Ao todo, são, nada mais, nada menos que 9 finais possíveis.

Além disso, não é só o anão que pode te matar no jogo. No vídeo mostra que, se você não prender a arara a tempo, ela acaba te matando também. Se você estiver muito cansada (por ter corrido muito), o espelho ali pode te matar. Ou até uma boneca pode te matar (malditas bonecas de porcelanas! Mal consigo prever seus movimentos).

Já falei que jogos de terror só são de terror por causa da música? Jogar este jogo no mute é como dar um passeio no parque e comer tortugita.
É muito aguniante a maior parte do jogo só ter os sons de passos da Jennifer e ter músicas agudas só quando algo tenso está pra acontecer. Neste aspecto, até você pode se assustar com este jogo que tem 16 anos.
Meus parabéns a Nintendo, por ter feito muito bem a trilha sonora deste jogo.

-Roxas, o jogo parece, ahnn... Bacaninha e tudo mais... Velho...
Esta primeira versão do jogo está disponível apenas para SNES. Há remakes e continuações do jogo para PS1, mas eu não as recomendo. O bom mesmo foi este que a Nintendo lançou, os outros, da Sony, infelizmente, são toscos e clichês demais, até para a época.
-Mas, Roxas, eu não tenho mais SNES e não vendem mais cartuchos. Onde posso achá-lo?



Pode não assustar muito o jogo, mas eu mesmo o acho tenso, mais pela trilha sonora do que qualquer outra coisa. Neste aspecto, considero que os caras mandaram muito bem quando fizeram o jogo.
Sem falar que desde de quando um joguinho de SNES pode ser considerado tenso? Os caras conseguiram, pô.
Além do mais, na época, um jogo não podia ser absurdamente grande porque não tinha tanta memória assim um console... E fazer um jogo ter 9 finais?! Quantos jogos vocês conhecem que tem isso tudo?


Não julgue um jogo pela sua data

10 de novembro de 2011

Limbo, O inferno do quebra-cabeça

Boa tarde, pessoas!
Agora estou com todas minhas frescuras pra postar prontas. Eu havia planejado postar em todo mês de outubro, mas, por motivos de forças maiores, não o fiz.

Por isso, novembro, pelo menos os meus posts, terão jogos consideradores pertubadores, do mais leve ao mais pesado com o passar das quintas feiras.

Eeeee eu não quero fazer a plaquinha.

F*ck this shit, vai ter só o vídeo mesmo


E hoje vou falar de um jogo indie em que pessoas beeeeem fracas consideram "Ah! Jogo inapropriado para crianças! Olha só quanta violência! E olha este ambiente, cruuuuzes", mas acho que isso é besteiras dos vovôs e vovós e acho um jogo bastante interessante pra todo mundo jogar.

O nome é: Limbo


História: Por ser um jogo mais focado na parte de quebra-cabeça mesmo, enquanto jogava, eu não achei a história bem definida. Nós acordamos nesse mudo preto e branco e só nos resta ir pra frente. Provavelmente eles queriam que descobríssemos nossa missão ao longo do jogo, porque, depois de um determinado tempo, nós vemos uma garotinha sozinha e tudo indica que temos que salvá-la.



Bom, procuramos mais a fundo, a garotinha, na verdade, é a irmã do garoto que controlamos. Ela, por algum motivo, foi parar no Limbo, ou Inferno, e o irmão tem que salvá-la de lá. Só que todo mundo no Limbo quer te matar... For reasons

Como disse, eles não quiseram focar tanto na história e a falta de diálogo a deixa bem confusa também.

Jogabilidade: Extramamente simples: você anda pra esquerda, direita, pula e segura/puxa/empurra objetos. . Por ter isso, algumas fases são bem, beeem difícieis e interessantes de se fazer. Limbo não dá pra ser jogado em um dia todo, isto é fato. Além do mais, algumas fases tem anti-gravidade, ou você entra dentro de uma máquina e o piso vai "andando"... De fato, o jogo é bem interessante neste aspecto.

Curiosidades: Acho que a mais legal mesmo é o ambiente que os desenvolvedores criaram. Você vê que o jogo não é apenas "ah, mais um jogo de puzzle"
-Mas, Roxas, é só mais um jogo de puzzle...
Ok, é outro jogo de puzzle.


Mas, acredite, continua sendo massa!

O fato de ser tudo preto e branco atrapalha (na verdade, é legal, ok? Deixa coisado o coisa), vez ou outra, a ver o que está mais a frente... Ou seja, vai ter umas partes que você vai falar "Oooopa, pisei numa armadilha". A música também, quando você chega perto de alguma parte tensa muda; ajuda ou atrapalha, depende de como você reage a mudanças drásticas de som (jogos de terror são trabalhados nesta forma, sabia?).

Além disso, acho que pelo fato do garoto ser cabeçudo, num sei, deixa com ar mais "fofo" o jogo, apesar das situações que o garoto se mete e das infinidades de como pode morrer.

  • Disponível pra XBox 360, PC e PS3, há uma versão para download que os desenvolvedores disponibilizaram para quem quiser jogar o jogo for freeeeeedom. É bem levizinha e acho que até seu trambolhão do celular consegue rodar[?]. Pode baixar o jogo aqui.



  • Talvez eu tenha problemas quando, no jogo, tem algo de "fofo" nele, eu não consigo achar isso pertubador, como é o caso do Enzai.

    Bom, algumas pessoas podem achar um garoto que corre estranho com olhos muito brancos totalmente pertubador, mas, sei lá.
    Ele é tipo um pudim, sabe?
    Um pudim assim:

    Acho que isso retrata bem o ambiente do jogo.


    Até a próxima quinta!

    15 de setembro de 2011

    VVVVVV this

    Faz tempo que não apareço, né?

    Devo informar que estava juntando material pra fazer um post sobre monstrengos, mas dei uma pausa visto que ainda não estamos no Halloween.
    E também, a fadítica notícia que eu quase não tenho jogado jogos novos porque... Porque cálculo é... Cálculo é.

    [E as pessoas encaram tentando lembrar quem é Roxas]


    Ca-ham, então. Oi! Como vai você?

    [E Roxas diz oi]


    Hoje vou falar de um jogo que joguei na casa de um amigo meu e achei forte demais para mim, tanto é que não baixei, só experimentei uma vez e...
    É, é forte. O nome é VVVVVV (Sim, você leu certo. Não é meu teclado com convulsão)





    É um daqueles jogos indies cheios de desafios e quebra-cabeça, desses "I wanna be the guy" e talz.

    No começo, conta que você é o capitão de um navio espacial e acabou parando nesse universo maluco. Como viram no vídeo, ele passa por diferentes dimensões (diferenciadas por nível de dificuldade e cores) e cada tripulante foi parar em cada dimensão. Sua missão é salvar todos os tripulantes e descobrir a causa dessas interferencias multi-dimensionais.


    A única coisa que você pode fazer é reverter a gravidade com o botão v/z (além dos direcionais: w,a,s,d).
    Viu só? Nada muito complexo. O jogo até parece que saiu dos anos 80 por ser todo assim, bitizado, mas foi feito ano passado. Não deixa de ser uma gracinha.O Baixaki disponibilizou uma versão teste e você pode baixá-la clicando aqui. (E o resumo deles está incrivelmente melhor que o meu, é claro)

    Eu mesmo não consegui jogar, então não sei lá de muita coisa. Mas, o jogo não deixa de ser bacana e beeeeem desafiador.

    Só que você, pessoa dos anos 90 e do 2000, você se prepara. Se você nunca jogou Megaman x4, por exemplo, você vai morrer mais de 700 vezes neste jogo para juntar todas as bolinhas e salvar todos os amiguinhos. Acredite, que é verdade. Os desafios que tem no jogo estão longe de serem fácieis e, se você joga God of War e acha complicado...
    É...
    VVVVVV não é um jogo pra você.

    Eu não joguei o jogo tanto, mas tá lançado o desafio, trolololololo.

    12 de agosto de 2011

    The Sims Medieval: Cavaleiros Sims

    Alterando data do post Boa noite senhoras, senhores, aliens, Pon Pon Way, unicórnios, passarinhos e Pedro!
    Pedro: Rawr
    Hoje eu não estou querendo fazer o post, então, quem o fará será o Pedro. Eu havia escolhido o The Sims Medieval, pois foi o The Sims que mais "gostei".

    Pedro: Rawr rararararawr.


    Pedro: Rarararararwrarawrwrarawra. Rawrawrawrarwrawra.

    É mesmo, Pedro. É quase a mesma coisa que os outros The Sims. A diferença é que algumas das necessidades básicas foram retiradas e você tem missões para cumprir, parecendo mais RPG que The Sims.
    Caso cumpra-as bem, você recebe mais pontos para aumentar o seu reino, caso não...
    É, caso não.

    Pedro: Rarawrawrawrawrarwarwraw?

    É, Pedro, eu não gosto de The Sims.


    É que The Sims é aquele jogo que, mesmo sendo monótono, quando vemos, já se passaram 8 horas jogando, sabe? Mesmo eu não gostando muito...
    De resto, é o mesmo The Sims que todos conhecem. Quem jogou o TS3 vai sentir que é a mesma coisa com aquele negócio de personalidade, profissões... Vai saber que cada tipo de característica de personalidade e cada emprego interfere na diversas interações que o sims tem.

    Umas coisas que me deixou bastante desapontado nesse jogo é que não envelhecemos. Sei lá, isso tira muito da simulação da vida real do The Sims.
    Outra é que já começamos Rei/Rainha... Não temos sequer outras escolhas.
    As outras escolhas só surgem com o passar que o reino cresce.

    Mas é legal, é legal.

    Pedro: Rarawrwarwararwa?

    É o seguinte: a EA Games é uma porca capitalista. Ela cria um TS base e depois fica lançando expansões tão caras quanto o jogo base, sabe? E olha TS1 e TS2!! São a mesma coisa, só que... Remake! E a última expansão do TS2 ficou uma droga.
    E uma coisa que detesto em TS3 é que eles lançam o jogo BUGADO pra você, que possui o software original, ir atualizando... E baixando coisinhas da lojinha deles.
    Ah, claro, tem que pagar somente 1U$ por cada coisinha e mimimimimi...
    BÁH!

    Falando em expansões, a expansão pra The Sims Medieval, a The Sims Medieval: Pirates and Nobles chega as lojas dia 30 de Agosto deste ano.



    Pedro: Rawrawr? Raawrawrawrawr.

    Também achei este post curto, Pedro. Mas é que não tenho muito o que falar de The Sims. Todo mundo conhece esse jogo.
    Além do mais, eu não gosto dele.

    [E assim Roxas termina o post desconfiado que esqueceu alguma coisa]

    4 de agosto de 2011

    Pokemon League: Gotta catch them all!

    Eu demorei, mas não sumi! Boa tarde pessoas!
    A data deste post foi mudada pra quinta feira convenientemente. /risos
    Acho que ninguém quer saber, nem sentiu falta, do porquê eu sumi por tanto tempo. A resposta, qualquer forma, é que eu tava fazendo um jogo. Foi a coisa mais bugada que eu já fiz, mas releva.

    Havia perguntado na c-box sobre qual assunto desejavam que eu falasse, já que eu ainda estou jogando o Dante's Inferno, que eu pretendo falar o quanto a jogabilidade dele é fácil, comparando com God of War; além disso, ainda não terminei de configurar meu notebook pra aceitar controle de PS3 pra eu jogar Madness Returns, o qual parece que vou acabar comprando mesmo, porque... Né?
    Sem falar que ainda não está em outubro pra eu falar do jogo Penumbra, o qual eu e meus amigos ficamos jogando juntos todos ligados no skype.
    Ou seja, percebam o quanto estou ocupado fazendo pesquisas de campo na minha área!

    [E assim Roxas espera que todos acreditem em suas desculpas esparrapadas]


    E aí me sugeriram The Little Big Planet... Mortal Kombat... Não que eu não goste destes jogos, mas não... Como se diz?
    Gosto de jogos mais cinematográficos. E de luta... Mortal Kombat é legal e panz, mas... O jogo em si não tem uma história (mesmo que jogos de lutas só importe cair na porrada). Não acho tão bacana. Tá certo que Mortal Kombat é bem antigo, mas mesmo assim...
    Aí falaram Pokemon.

    Pokemon? Pokemon! Pokemon é legal, mesmo eu não jogando muito(meu grande amigo Caio é viciado em Pokemon). Só joguei o Yellow e o GoldSilver, o qual fiquei imensamente frustado por não conseguir, sem roubar, capturar o Celebi. POR QUE CRIARAM UM POKEMON QUE NÃO DÁ PRA SER CAPTURADO?!?! /cry

    Mas não vou falar de todos os jogos de Pokemon, nem do último nem nada disso. Afinal, existe o site Pokemon Official da Nintendo e Pokemon Mythology, portal PT-BR sobre Pokemon, pra falarem justamente disso. E eles trabalham pra isso.

    Vou falar de algo que soube a bem pouco tempo, graças ao meu amigo Caio, e achei bastante interessante porque não sou viciado em Pokemon.

    Vou falar das Ligas Pokemon de verdade!


    E é óbvio que não tem aquela super drama como no anime, né? O pessoal é mais gente boa.
    Porém, realmente aquelas pessoas que se especializam em treinar seus pokemons a ponto de participar de campeonatos (comumente, em eventos de animes).
    Até aí, sem problemas.

    O grande porém é quando a pessoa ganha o título de Líder de Ginásio ou participa da Elite dos Quatro, reconhecidos mundialmente. Um evento conhecido é o Pokemon Tournament e neste link explica mais ou menos o seguinte:
    Você entra neste evento, registra-se na Liga e vai de stand em stand desafiar os Líderes de Ginásio (que já foram um treinador como você). Junte as 9 insígnias e tenha cuidado com a Equipe Rocket.
    [Isso acontece nos Estados Unidos e a Con Bravo faz parceriam com a Play N Trade, portanto, este evento tem seu reconhecimento E É ENGRAÇADINHO pensar em pessoas caracterizadas, não necessariamente de cosplay]

    De fato, Pokemon tem bastante estratégias e, a cada novo lançamento, mais desafios tem sido lançados aos jogadores para ficar cada vez mais fucking impossível capturar os pokemons... E suas formas shines... E capturar os ovos... E completar o Pokedex... E vencer os campeonatozinhos de beleza...
    Adoro os Pokemons antigão, mas admito que Pokemon se tornou um jogo bastante complexo a ponto de ter Ligas de verdade.
    Eu acho isso bacana porque não sei se aconteceu com outro jogo. Quer dizer, eu sei de campeonatos sérios de Yu-Gi-Oh e Magic, mas não sei se as pessoas que participam se caracterizam tanto como em Pokemon.

    No Brasil não há coisas tão formalizadas e tão caracterizadas assim. Os campeonatos costumam ser online e a batalha por títulos também. Quando se reúnem, uma salinha de evento de anime comum, sem grandes detalhes. Não deixa de ser emocionante, porém...

    O que realmente me deixou triste, porque eu achei mó bacana uma pessoa qualquer poder falar "sou um treinador pokemon! Olha aqui minha faixa no braço!". Acho que dá mais emoção.
    Não que eu esteja desvalorizando os campeonatos no Brasil. Só que é menos caracterizado. Óbvio que a wi-fi ajudou bastante e todos os campeonatos tem seguido pra essa linha, ser online; e acredito que nossa Elite dos Quatro esteja batalhando mundo a fora pra sermos reconhecidos.

    Quem quiser ver nossos atuais Líderes de Ginásio e nossa Elite dos Quatro, pode acessar o NDS Brasil e ver se você mesmo tem condições pra participar. As regras são bem rígidas, mas, acredite, não tão rígidas quanto mundo a fora. Batalham por isso e um dia conseguirão.

    Não tenho muito o que falar porque nunca participei de uma Liga e nem tenho condições (e NDS) pra participar. Mas o Caio irá participar de uma e me contará a emoção do momento.


    [E o post acabou e eu coloquei uma ariranha dançando]
    GNMH - CRÉDITOS ❤