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9 de agosto de 2015

Tree of Savior: tem cara de Ragnarok

Boa noite, meus queridos! Hoje estarei comentando em primeira mão o beta de um dos MMOs mais esperados de todos os tempos: Tree of Savior. Eu e mais 5000(na verdade, soltaram mais 3000 keys, então são 8000) pessoas fomos sorteadas a jogar no Closed Beta 3 de ToS por 10 dias do servidor americano e relatar todos os erros, bugs e problemas de todos os tipos desse jogo (e devo dizer que tá bem grandinho).

Eu devo confessar que só fiquei sabendo desse jogo por causa dos meus amigos e eles tavam muito mais empolgados do que eu pra jogar, mas... TRISTE SORTE DO DESTINO! (E ainda por cima ganhei num sorteio mó nada a ver no facebook) #roxasbabaca

Sem mais delongas, vamos ao jogo!

Tree of Savior
História: A humanidade vivia em paz e harmonia com os deuses. Haviam muito deles, todos eram gentis e sempre ouviam as preces dos humanos. Certo dia, os deuses pararam de responder tais preces, mas ninguém levou a sério. Semanas, meses e nada dos deuses aparecerem. Até que num fatídico dia, uma das mais importante capitais daquele mundo foi devastada por uma praga que emergiu junto com uma árvore que cresceu e "engoliu" rapidamente a cidade. Não bastasse somente a árvore, chamada Árvore Divina, ter destruído casas, castelos e comércios, a árvore transformou pequenas flores em terríveis monstros que devoram humanos; fofos cachorros em ferozes lobos gigantes que se voltaram contra seus donos... Este dia foi conhecido como o Dia da Árvore Divina. Após 4 anos sem resposta dos deuses e toda essa catástrofe acontecendo, os humanos decidiram agir.

E com esse plot default dá todo um bom motivo pra fazer um mmo, onde ninguém lê a história. Fala a verdade, quem se importa com história de mmo? De verdade? Eu definitivamente não sou desses, só quero jogar e ter o pet mais fofo.

Jogabilidade:  Há três modos de jogar ToS: com teclado, com mouse e com controle.
Controle x Mouse/Teclado
Para aqueles que gostam do estilo de combate de Ragnarok, ele é completamente funcional para isso, que é o modo mouse. Nesse modo é bem mais fácil de jogar com mago e arqueiro, que dá para mirar mais facilmente e é mais parecido com estilo Point-and-click.
O modo teclado também é bem tranquilo de usar e é o default do jogo. Nada muito especial. É quase a mesma coisa do modo mouse, mas não tão intuitivo de mirar. De resto, mesmo estilo de muitos outros mmo's.
E uma das coisas que mais me chamou a atenção foi o fato de jogar com controle. Primeiro eu demorei pra descobrir que podia jogar com controle e, quando descobri, nuss. O jogo se transformou pra mim. Super flúido, fazia sentido pular, não tem rolamento, mas o pulo ajuda a esquivar dos ataques, é muito mais tranquilo usar as skills... Muito fácil e fluido de usar com guerreiros, que precisam ficar indo de um lado pro outro pra desviar dos golpes e partir pra cima dos monstros.
O jogo, porém, é bem esperto e consegue navegar de um modo pra isso sem que você precise configurar toda vez. O modo controle ainda tá bem cru e muitas das funções dele acabam falhando, especialmente na seleção de menu. Então, quando eu estou na cidade e vou comprar algo, eu simplesmente pego meu mouse e vou clicando nas coisas. Terminado as compras, eu pego meu controle de volta e continuo minha vida. Muito simples.

Outro ponto bastante positivo do jogo é que tem boss. Muito boss. Não é um, dois, três bosses... São MILHÕES! Tem uma quest de catar florzinha e...
Cada boss tem sua jogabilidade, seus ataques, seus especiais... Ainda não estão balanceados por membros na party (ou seja, o primeiro boss que você enfrenta ele é bem complicadinho se for sozinho, mas se tiver 2 pessoas, ele se torna ridículo e sem graça de tão fácil), mas eu acho que deva ser por conta do beta.

Tem gente que está reclamando da quantidade de bosses que tem no jogo, mas é justamente por eles que estou achando ele todo especial. Apesar que muitas das pessoas que estão jogando ToS na realidade querem jogar Ragnarok, Ragnarok é um MMO muito... Crú. Foi um que revolucionou, deixou popular, merece todos os prêmios, porém... Porém ele tem 11 anos, muitos outros surgiram do mesmo estilo dele (ou iguais) e, sim, as pessoas cansam do estilo. Rejogam algumas vezes (inclusive ainda tem servidores vivos desse jogo), mas... Precisamos de algo novo. Os boss são legais e ponto final.

Curiosidades:
  • Outros betas virão, então, se quiser poder algum dia receber a sua key, acesse esse link aqui, se cadastre no site e torça pra poder jogar e testar o jogo antes de todo mundo. Ou se você é do futuro e já lançaram ToS, talvez o link de download esteja nesse site, porque o jogo é FREE TO PLAY.
  • Apesar de todo mundo correndo neste beta, todo mundo vai perder tudo o que conseguiu assim que o beta acabar. ):
  • O jogo pode ser rodado numa batata, então fique tranquilo se você acha que seu computador não aguenta.



-Ah, Roxas, eu tenho uma dúvida. Tem muito BR no jogo?
Infelizmente, brs e jajaja estão em todos os lugares... KS, chamando os outros de noob, bots para matar mobs, mony pls... Não tem como fugir deles...

6 de abril de 2015

Bastion: o primeiro jogo da Supergiant Games

Boa tarde, senhoras e senhores. Hoje vou compartilhar um jogo que sempre comentei nos meus posts, mas nunca tive material o bastante pra falar dele.
Porém, acho que hoje estou confiante.

É um dos primeiros jogos que joguei que é classificado como indie (jogos produzidos por equipes bem pequenas). E, digo uma coisa pra vocês, isso não o desmereceu nem um pouco. A qualidade do jogo, principalmente na jogabilidade, é fantástica, não deixa a desejar e, pra mim, era exatamente aquele tipo de dificuldade que eu queria num jogo. Não só isso, como o segundo jogo da empresa é igualmente fantástico no quesito jogabilidade. Não preciso nem mencionar a arte e a música do jogo porque é simplesmente fenomenal.
Aí virei fanboy da Supergiant Games. Não tive escolha. Meus beijos e meus dinheiros pra vocês!
Então, hoje vou falar do primeiro jogo produzido por esta equipe pequetuxa (11 pessoinhas meiguinhas, tendo só um programador e todos os outros 10 incríveis artistas).
A nível de curiosidade, empresas grandes costumam uma equipe formada de 1000 pessoas, entre artistas e programadores, para somente um jogo.

Bastion

História: Após uma grande catástrofe mundial, chamada de Calamidade, o mundo tem se deteriorado pouco a pouco, reduzindo terras em ilhotas separadas e a própria humanidade em cinzas. Você começa o jogo como Kid, que é um cara de poucas palavras (na verdade, nenhuma palavra), e acorda num pedaço de terra que está caindo no abismo. O que você faz? Lógico, foge que nem louco pra qualquer lugar seguro!
Na fuga, você encontra Rucks, o narrador do jogo, que te orienta a buscar certos cristais nas poucas ilhas que restam. Juntando estes cristais em Bastion, você consegue aos poucos reconstruir o que antes já foi uma das mais belas cidades do mundo, super movimentada, grande centro e criar um lugar seguro para refugiar novos sobreviventes da Calamidade.

Ao longo do jogo, você acaba encontrando justamente estes sobreviventes nas suas visitas as poucas ilhotas que restam e, claro, você os leva para o refúgio Bastion. Não só humanos e animaizinhos, mas você acaba encontrando memórias, como de vítimas da Calamidade e até de deuses. Estas memórias você também leva para Bastion, para este se tornar um refúgio não só para sobreviventes, mas também para espíritos.

Porém, quais são as chances de outra Calamidade acontecer? É melhor você insistir neste lugar ou buscar um lugar fora deste mundo que seja, de fato, mais seguro? A escolha é sua.

E já percebeu que a pegada filosófica é hiper forte nesse jogo, né? Preocupa não, você vai refletir e muito com Bastion. Principalmente aliada com a música, que é impecável, caso você preste atenção na letra.

Jogabilidade: Sendo um action-rpg, eu acho que parte da jogabilidade dele é perdida caso seja perdida se for jogada no teclado e mouse, mas isso é questão de costume. Não tenho o que reclamar, você consegue ajustar a dificuldade do jogo de acordo com seu estilo.

A medida que você encontra deuses no jogo, estes podem ser bonzinhos ou rígidos, podendo dar vantagens ou desvantagens pro Kid, seja os inimigos mais inteligentes ou você ficando com super força quando sua vida estiver em 20%, por exemplo.

Não só isso, adaptando-se ainda mais ao estilo do jogador, você começa o jogo com duas armas. Ao longo do jogo, você acaba encontrando também outras armas no caminho, além de itens que possam fazer as suas armas evoluírem. E cada arma, sendo principal e secundária, tem efeitos e jogabilidades hiper diferentes, como o martelo bem lento, porém que causa muito dano em área, ou uma katana hiper rápida, com combinhos e mais combinhos. Tudo depende de como você gosta de jogar pra montar a sua estratégia. Não existe "a melhor arma do jogo", só sua habilidade (diria que até tem uma pegada de Dark Souls, mas de uma forma beeeeeem mais simples, se tornando menos hardcore e, consequentemente, você não morre tanto assim).

Também tem uma coisa legal que o narrador conta o jogo do jeito que você está jogando. Afinal, ele é o narrador, então tem que narrar tudo o que acontece. Até mesmo quando você morre.
-Kid estava estava sendo encurralado por monstros. Ele pega o martelo, prepara um golpe giratório e... Opa, ele caiu no buraco.
Desculpa, Narrador! Eu escorreguei sem querer...
Curiosidades:
  • O jogo ganhou vários prêmios e nomeações (jogo do ano, melhor arte, melhor trilha sonora, melhor narrativa, melhor rpg do ano...), até mesmo na E3, evento que normalmente apresentam somente grandes empresas, como Nintendo, Sony, Microsoft... E em 2011, tinha um pequeno standzinho da Supergiant e eles apresentaram seu joguinho, Bastion, ganhando a nomeação de Melhor Jogo Original. 
  • Transistor é o segundo jogo da empresa e tem uma pegada filosófica tão forte quanto Bastion, apesar de ser relativamente curto. Recomendo igualmente e algum dia eu consigo juntar material o suficiente pra fazer um bom review do jogo.
  • Até pouco tempo atrás, o Humble Bundle V (que tinha Bastion, Limbo, Amnesia, Sword & Sworcery e Pyschonauts) foi o Humble Bundle que mais tinha arrecadado dinheiro para caridade, cerca de 5,1 milhões de dólares nas duas semanas que ficou disponível. Ano passado, o Humble Origin Bundle (que tinha The Sims 3 + DLC, Battlefield, Dead Space, Crysis 2, Burnout Paradise, Medal of Honor e Mirror's Edge) arrecadou 8,5 milhões de dólares no mês que ficou disponível.
  • Bastion foi lançado para Google Chrome, Windows, Linux, Mac, Xbox 360, Playstation 4 e Playstation Vita. Também está a venda na plataforma Steam.

-Roxas, quando você falou que era fanboy... Não pensei que era tanto

Eu não tenho culpa. Quando eu me apaixono por um jogo, eu de fato me apaixono. O jogo é bom, tem um desenvolvimento excelente, uma curva de aprendizado pra todo mundo, uma trilha sonora fantástica, uma arte que veio de um quadro... Desenvolvedores indies possuem mais liberdade quando vão fazer o jogo, então podem explorar coisas que as grandes empresas não podem por conta de lucros.
Duvido muito que, quando eles desenvolveram Bastion, pensaram que dariam essa repercussão toda que teve. E digo mais: espero que não tenha Bastion 2, pois o um é o bastante e fechou o jogo de forma satisfatória.

24 de março de 2015

Amor doce: qual time você é?

Boa noite, docetes! Um jogo que vocês não esperavam que eu jogasse, mas eu jogo sim e com muito orgulho, é esse dating simulator conhecido como Amor Doce. A essa altura do campeonato, eu duvido que não tenha uma menina que não conheça esse jogo, por isso, esse review é para vocês, MENINOS!
Sente-se aí que hoje eu te convenço a dar uma chance pro jogo que a sua quedinha joga e você não entende como ela está no time Castiel (na verdade, isso você vai continuar não entendendo).

AMOR DOCE

História: Apesar do trailer estar com as artes do jogo desatualizadas, a ideia é essa mesma: você começa o jogo como uma menina que acaba pra de mudar pra uma escola, tem muitos gatinhos na escola e seu principal objetivo é... Bom, basicamente se enturmar.
E como você acaba descobrindo mais sobre o passado dos seus amigos, passeando, brincando, indo em shows... É inevitável, uma hora você vai acabar tendo uma quedinha por alguns dos rapazes (ou meninas). Porém, como você joga com uma docete hetero, sua personagem acaba se aproximando mais dos meninos que das meninas.
(o que é uma pena, eu amo a Rosalya e seria uma namorada mil vezes melhor que o atual dela, mas ela tem namorado e eu tenho que respeitar isso *chora*)
-Roxas, mas eu não gosto de pegar rapazes...
Aí que tá, moço, se segura: seu objetivo pode até ser "ficar com um rapaz" no final, mas isso não vai acontecer tão cedo que, se não, não teríamos shoujo (e visto que ainda estão produzindo episódios...). E este shoujo é definido pelo grau de amizade com os personagens do jogo!
O que isso significa? Que se você é amiguinho de fulano, mas não de beltrano, a sua história é outra!

Então você está construindo seu próprio shoujo escolar! Eeeeeeeeeeeeee!!!!
*vocês neste momento*
Jogabilidade: O jogo não passa de um dating simulator comum, que você percorre pelo cenário usando setinhas, consumindo stamina a cada passo, os pontos de ação, e ainda tem que escolher a melhor resposta para cada situação.

A ideia de "passar o rodo" meio que não existe. É possível até ter um bom relacionamento com vários meninos, mas a história, e consequentemente suas imagens desbloqueáveis, é determinada por somente um cara, seguindo uma ordem já determinada pela autora do jogo.
Nada impede de você jogar várias vezes o mesmo episódio só pra desbloquear todas as imagens, mas acho que aí perderia o sentido do jogo.

Há basicamente 5 personagens principais que definem a linha do tempo da sua docete. São eles:
Nathaniel: viado
Castiel: viado
Armin: viado
Kentin: viado

Lysandre: gente fina
Porém, ter relacionamento alto com um não te tira da trama principal do episódio, apenas influencia como os personagens vão reagir (ou com quem você vai resolver a trama). Isso porque ainda há escolhas de episódios anteriores que influenciam o atual (mas isso é porque a autora basicamente dividiu um episódio em dois, então a trama de ambos seria a mesma, digamos assim).

Por exemplo, há um episódio em que o Nathaniel quer ir no petshop, e esta é a trama principal. Se o seu relacionamento for alto com o Castiel, você pica a bunda no Nathaniel e vai ajudar o Castiel a comprar algo pro cachorro dele. Ou se o seu relacionamento for alto com o Lysandre, quando você volta do passeio, ele fica mais que mordido de ciúmes por isso. Isso vale pra todos os personagens.

E é justamente por isso que torna o jogo tão interessante, especialmente para meninas: essas várias linhas do tempo que a história acaba tomando e você cada vez mais próxima de um dos cinco personagens principais. Ainda não há nenhuma linha canônica e ninguém sabe se algum dia terá. Todos só aguardam o dia do primeiro beijo.

Há também a parte de dressup do jogo, mas, tirando o chapéu brilhante de peixe, o resto é tudo inútil. Para ganhar a imagem desbloqueável, você tem que ter a roupa pré-determinada pela autora, então serve pra nada mudar de roupas. Tem ainda os fórum e alguns eventos oficiais que premiam com pontos de ação dentro do jogo, mas sou muito velho pra andar por lá.

Curiosidades:
  • Você pode jogar o jogo por este link aqui.
  • Você ganha 10 pontos de ação por dia, 15 se seu signo for sorteado, 20 a cada 100 dias de jogo e pode ganhar até 30 no mini-game Flower Pawer. Há ainda alguns eventos como "3 milhões de inscritos", e todo mundo ganha 100 pontos de ação. Tem também a opção de comprar pontos de ação, mas aí já é demais pra mim.
  • Em geral, há episódios especiais durante a páscoa, natal, halloween e dia dos namorados, que não contam pontos de ação para serem jogados, mas só podem ser jogados uma única vez. Você ainda pode comprar o episódio especial na lojinha do jogo, mas eles custam 100 pontos de ação, então é um mal negócio.
  • Vamos ser abiguinhas!!


-Roxas, eu gosto de meninas...
Pensa o seguinte: vai ter um cara nessa história que vai ser *hiper* parecido contigo, ou pelo menos em três ou quatro coisas. Tenta desbloquear as imagens desse cara.

Pronto, você já tem suas poses sexys sem ser vulgar.

E é assim que você cria fangirls. Vai por mim, é sucesso.

6 de março de 2015

Pastry Paradise: Joguinho casul para passar o tempo

Meus queridos. Mudando um pouco a imagem[?] que alguns tem de mim, de ficar na parte obscura dos games, jogos velhos, jogos hardcore, ectectetc... Hoje trouxe pra vocês um joguinho para celular/tablet/pc casul gratuito e que possui a fórmula que muitos jogos pra celulares tem: é fácil, é graficamente bonito e ele limita sua quantidade de vezes para jogar, então é viciante.
Não, é sério, essa fórmula inclusive é descrita na teoria dos jogos como "jogos mobiles viciantes". Você pode ler tanto aqui, quanto aqui ou ver um vídeo do canal Game Theory para não se sentir culpado por gostar desses jogos. Porque, afinal, eles são feitos para serem assim e você é mera vítima da sociedade.
Clique aqui para ver a imagem original
A ideia destes tipos de jogos é sempre te manter recompensado por ter feito alguma coisa: seja fazendo tudo brilhar na tela, que fica muito bonito, ou te dando muitos pontos. Porém, antes de você cansar desse tipo de recompensa, eles cortam sua vez de jogar e te obriga a esperar até determinado tempo, tipo quando sua mãe te proibia de jogar video game pra você ir jogar bola na rua. Ela, na verdade, só piorou sua situação.

Se quiserem, posso me aprofundar mais neste tipos de jogos e explicar por que ficamos viciados em joguinhos tão bobinhos assim num próximo post (dependendo da repercussão), mas deixa eu apresentar essa fofurinha antes de qualquer coisa.
Pastry Paradise
 
História: Você é ajudante de uma confeiteira que quer trazer os doces de verdade de volta as prateleiras, porque ninguém merece coisas feitas no microondas/congelados. Yay!
-Uau.
O plot é bem simples pra um jogo igualmente simples, minha gente. Num jogo como esse, o que importa são as cores, as coisas explodindo, os brilhos...

Jogabilidade: Pra você que achava que esse jogo é idêntico ao Candy Crush, você quase acertou. É um jogo match-three do estilo puzzle, idêntico a qualquer outro do mesmo gênero. Apesar de usar da mesma estratégia de vidas do Candy Crush e a temática de doce, temos algumas diferenças que acho que vai fazer você largar Candy Crush se ainda jogava esse jogo.
  1. Diagonais: em Pastry Paradise, você consegue mover docinhos na diagonal e consegue fazer power ups também na diagonal.
  2. Multiplayer: item obrigatório em um jogo feito depois de 2010, mas nunca cheguei a usar o multiplayer online e não sei dizer à vocês se é bom ou ruim. Mas tem. 
  3. Fases desbloqueáveis: sabe aquele troço horroroso de ter que esperar três amigos te mandarem tickets para que você possa avançar no jogo? Em Pastry Paradise, você tem essa opção de ticket, tem a opção de coletar estrelas para avançar e tem a opção de esperar x horas para desbloquear a fase.
E acho que só isso é o bastante pra parar de jogar Candy Crush porque eu não aguento mais as propagandas daquele jogo.

Curiosidades: 
  • A empresa do Pastry Paradise, Gameloft, é conhecida por fazer muitos joguinhos com temáticas e personagens que todo mundo já conhece, como é o caso do próprio Pastry. Eles também já fizeram jogos com temática de Assassin's Creed e Call of Duty. Eu não sou muito chegada a jogos de celulares, então não posso dizer se isso é bom ou se é ruim. Porém, pelo menos são de graça.
  • Mesma empresa do jogo épico Rival Knights. Hiper recomendo também pra passar o tempo, é um jogo lindão.
  • Como é ainda recente, tem poucas propagandas. Quando eu clico em jogar, eu quero de fato jogar o jogo, não ficar clicando no "xzinho" pra fechar o anúncio que tá tendo promoção em algum lugar ou então que não quero chamar meus amigos pra jogar.
  • O jogo Pastry Paradise está disponível para:

-Roxas, você jogava Candy Crush?!
Eu não tenho vergonha nenhuma de admitir. Eu gosto também desses joguinhos casul e eu, por jogar video game há mais tempo, sou o tipo de pessoa mais fácil para ficar viciada nesses cocôzinhos. Adoro ficar jogando eles depois do almoço, enquanto espero a próxima aula, ou quando o professor de atrasa.

Vai dizer que você não?

6 de fevereiro de 2015

Theme Hospital, simulando um diretor de hospital

Senhores! Senhoras! Meus queridos! Estou aqui com mais uma hiper novidade aqui, diretamente de 1997 (ano em que muitos de vocês estavam dando os primeiros passos), um jogo feito para nós entendermos o motivo de tanta fila de espera no SUS, efeitos e sons tão realísticos que te fazem sentir a gastura de se gerenciar um hospital, um jogo....

Mentira, é só um jogo velho que passou no teste dos 15 anos. Fui jogar esses dias e está aprovado.

Não fosse pelo fato que o jogo está de graça, eu talvez não teria baixado e jogado. Agora que baixei e joguei, eu provavelmente pagaria 5 reais pelo jogo, mas aí eu lembrei que esse dinheiro iria pra EA, aí eu, "hmmmmmmmmmmmmmmmmm, dope".

Theme Hospital
 

História
Você realmente precisa de uma história? Você é um diretor de hospital e seu objetivo é curar o máximo de pessoas possíveis. Você, como diretor, tem que ter certeza que seus funcionários estão trabalhando bem, que ninguém está saindo reclamando do seu hospital e que todo mundo está curado e que você esteja recebendo bem por isso.

Pronto. Acabou. O seu objetivo na história é se tornar um renomado diretor de hospital.
Hmm... Parece bem "mais ou menos", mas vamos lá

Jogabilidade
Seguindo uma ideia bem simples de clicar em menu, arrastar coisas e mudá-la de posição, quem jogou the sims alguma vez na vida, vai perceber a semelhança na jogabilidade (apesar que esse aqui tem um menu bem mais simples que The Sims). Você clica em um tipo de sala, coloca a mobília, contrata um médico e fica por isso aí mesmo.

E o que mais acontece no jogo?

Os seus funcionários podem se rebelar contra você, suas enfermeiras podem dar o remédio errado pra alguém, terremotos podem acontecer e destruir os equipamentos do seu hospital, a secretária pode deixar milhares de pacientes na fila de espera e os doentes podem sujar o corredor todo enquanto seus zeladores estão tirando uma horinha de folga, bem quando um magnata está passando pelo seu hospital para avaliá-lo.


E é aí que cabe a sua gestão como diretor: você deve criar, além das salas de cirurgias propriamente ditas, salas de descanso pros funcionários e as próprias salas de espera pros pacientes (não esquecendo de colocar umas plantinhas e máquinas de refrigerante para dar um ar mais amigável pro lugar!). Alguns vão precisar só de passar no psicólogo, outros precisarão passar por uma cirurgia para diminuir o tamanho da cabeça por estarem com cabeça-de-balão e o senhor deve estar preparado para atendê-los e ganhar milhões e milhões.

Pera, MILHÕES?!

O jogo deve ter umas 7 ou 8 fases, contando com as carinhas que tem no tabuleiro de fases, porém eu não passei da 5ª. A cada nova fase, sua equipe descobre uma nova máquina pra curar uma nova doença enquanto sua equipe de médicos cada vez mais burra, então acaba ficando mais difícil.
Curiosidades

  • Se você está lendo este post antes do dia 28/02/2015, você ainda pode baixá-lo de graça no Origin (para quem não sabe, Origin é tipo Steam, você cria uma conta de graça e só paga pelo jogo; entretanto os jogos do Origin são da EA, aí eu entendo perfeitamente se você prefere baixar um The Sims piratão).
  • O jogo não tem muito mistério: os pacientes sofrem de Síndrome de Elvis Prssley até Invisibilidade crônica. Todas as doenças são engraçadinhas neste quesito.
  • Eu imagino que você possa perder de várias formas, mas todas as vezes que perdi, foi porque eu fiquei louca e me droguei com remédios.
  • Existe um jogo, Hospital Tycoon, que é baseado no Theme Hospital. O jogo é mais novo e é exclusivo para PS3. Eu não o baixei pra saber se é bom ou não, mas... Vai que, né?
  • Nunca zerei, nunca vou zerar. Esse jogo é impossível!! D:  Nunca poderei ser um rico empresário.


Roxas, eu fui dar uma olhadinha no jogo e, meudeus, ele é muito feio...

Quando eu fui jogar também, ele estava bem mais feio do que eu lembrava. Parecia uma espécie de habbo melhorado.
Porém, eu fiquei umas duas ou três madrugadas jogando e foi bem divertido! Passou na regra dos 15 anos tranquilamente, dá pra até mesmo você, que é mais novo que o jogo, jogar de boa.

Até a próxima quinta, pessoal!

16 de janeiro de 2015

Alguns jogos que viraram animes

EEEEEEEESTAMOS DE VOLTA com o nosso grande e querido AK! Ver que o Pedro continua conosco foi a maior alegria que eu poderia receber na grande reabertura!
-RARRAWARARWARW
Sim, minha coisinha lindinha do meu corazzzãozinho, eu estava morrendo de saudades de ter um lugar pra falar um monte de bobage sobre jogos, usar gifs de tumblr e, claro, ser o único homem de um lugar COMPLETAMENTE rosa.
Como eu me lembro bem da vez que quando eu entrei aqui no AK, o primeiro jogo que eu falei foi Blazblue (mentira, eu vi na aba Games), eu pensei em fazer um post especial sobre o tão esperado anime de Blazblue que lançaram nesse tempo que tudo aqui estava desativado. Porém, decidi pegar alguns outros animes que talvez seja a sua cara também!!!! Yaaaaaaaay!!!!!

Ok, a bem verdade é que eu não tava conseguindo falar de um anime que eu achei uma bosta, então estou tentando enrolar vocês....... DDDD:

Blazblue - Alter Memory
Sem grandes spoilers (até porque eu só vi um episódio e não acho que verei mais até me provarem que é bom), conta a mesma história do primeiro jogo da série, com o Ragna tendo um alto valor pela sua cabeça e todo o resto dos personagens do jogo ligado ao Ragna de alguma forma. Jin Kisaragi, o seu par romântico maior inimigo, ao descobrir que Ragna está vivo, fica todo empolgado pra tentar matá-lo de novo (???????????????). O anime começa com uma android, v-No.13, lutando com o Ragna, aparentemente sem motivo algum (??????????????????????????????), sendo ela chamando o Ragna com uma vozinha mais irritante que a dubladora da Usagi, de Sailormoon. A verdade é que todo mundo neste anime/jogo quer o Ragna morto. Pronto, é assim que começa o anime (waaat).

Eu particularmente não gosto quando o anime começa desse jeito confuso, sem dar maiores informações sobre o passado dos personagens que vão aparecendo (que aparece uma pancada de uma vez só nesse primeiro episódio), ou de ir aos pouquinhos explicando o que tá acontecendo. Não dá pra ficar cuspindo personagens e deixando todo mundo que vai mostrando no mistério (tipo, aparecia um personagem, ele tinha 2 falas, TRANSIÇÃÃÃÃÃÃÃO, mostra o Ragna andando). Também pelo o que eu li, a história do anime não é canon em relação ao jogo.

Mas, vindo de um jogo de luta, nós esperamos o que? Lutas fodas. O que recebemos? Umas lutinhas meia boca nesse primeiro episódio. Eu imagino que elas melhorem ao longo do anime, maaaaas...

Bom, qualquer modo, o anime conta com somente uma temporada com 12 episódios, com episódios de 20 minutos e pouco. Tanto a abertura quanto o encerramento são bem fraquinhos comparados com as aberturas dos jogos.

Vontade de continuar assistindo o anime: muito pouca

Shingeki no Bahamut: Genesis

O que dizer de um jogo que mal conheço, mas considero pacas? Bahamut foi um achado pra mim: anime da temporada passada, abertura FODA, animação até bacana (não é UOOOOOOOH, mas é bacana).

Conta a história do Favaro, um caçador de recompensa com personalidade tipo Yusuke Urameshi. Para Favaro, o mais importante pra vida é curtir, sair pra beber, encher o saco de seus amigos e, claro, impressionar cocotinhas. Pra impressionar cocotinhas, tem que contar que já foi e saiu vivo do lugares mais sombrios e mortais da face da terra, como Helheim. Porém, coincidência do destino, um demônio estava passando por perto desse bar onde Favaro estava, e, claro, ele escutou que Favaro já foi a Helheim. O que acontece com Favaro depois disso? Ele se **** e é obrigado a levar o demônio pra Helheim. Anime que começa bem sempre termina bem.

No desenrolar do anime, a gente percebe Favaro tentando se livrar do demônio, Amira, mas também vai criando aos poucos um laço de amizade fofinho. Outros personagens vão aparecendo aos poucos e vão complementando um por um o grande climax do anime: o despertar do terrível dragão Bahamut.

O anime conta com 12 episódios também com 20 minutos e pouco de duração cada um. A abertura é sensacional, simplesmente, já o encerramento, como muitos encerramentos de animes, é meio meh.

Vontade de assistir uma possível segunda temporada: ninguém me segura!

Pokemon Origins

Era ÓBVIO que eu não poderia deixar de citar um dos animes de 2013 (nossa, faz um tempo que o AK ficou desativado O.o). Sem ladainhas, sem coisas fofinhas, sem pokemons falando o seu próprio nome... Pokemon Origins foi feito para aquelas pessoas que jogaram a versão red ou blue (ou firered ou leafgreen) aproveitarem as principais mini-histórias e verem batalhas pokemons de verdade, não o passeio no parque como é a versão de Pokemon com o Ash.
Entretanto, se você não jogou os jogos, vai achar tudo muito rápido e sem explicação, já te adianto.

O anime conta a história de Red aprendendo pouco a pouco sobre como funciona esse novo mundo de Pokemon. Aprende que eles podem morrer, que podem não querer aprender truques novos, que sofrem, são vendidos ilegalmente... E sofre constantes ataques da organização do mal Equipe Rocket, liderada pelo Giovanni. Também conta o terrível arco da Torre de Lavander, aquela mesma que me traumatizou porque eu não entendia porquê meu Fabuloso Charmelleon estava com medo de lutar.

Este ova conta as coisas bem rápido. Ele foi feito mais para trazer a tona as lembranças daqueles que
jogaram os jogos do que de fato contar a história do Red e aprofundar mais na vida dele e dos treinadores (por exemplo, Misty não tem presença alguma, é só uma líder de ginásio). Por conta disso, acaba pulando muitas batalhas que a gente gostaria de ver, só que as que tem.... As que tem são incríveis, especialmente a do Red e Green no final. As outras também são hiper legais, mas essa do final eles capricharam e eu recomendo todo mundo a assistir pra aprender o que é uma batalha pokemon de verdade.

O ova conta com 4 episódios, cada um com 30 minutos e pouquinho de duração. Não tem abertura e graças a deus que não tem, porque tem coisas muito mais importantes que abertura. A abertura é basicamente uma telinha do jogo mostrando "new game" e "continue".

Vontade de assistir uma outra luta entre Charizard e Blastoise: POOOOOOOOOOOOOOH!!!!!!!!!!!!!


-Roxas, o que tem de tão especial nesse anime de Pokemon? Ele pareceu fraquinho...
POR ACASO ESSE OLHAR DE VOU COMER SEU ** É FRAQUINHO?!

9 de outubro de 2012

Livro Assassin's Creed: O golpe de Florença

Este mês, não vou falar de jogos de terror. Todo mundo do AK está tomando suas próprias providências para tornar o AK um lugar mais sombrio, macabro e amaldiçoado.

E por que não vou comentar de jogos de terror?

Porque eu só conheço jogos velhos e famosos de terror. Conheço BioShock, Resident Evil, Slenderman, Amnesia, Fatal Frame, Silent Hill... Eu não vou falar deles.


Eu hoje irei falar de um livro que estou gostando bastante, e olha que não tenho o hábito de leitura (eu confesso, eu tenho medo de livros grandes e grossos).
Eu falei no meu post passado que eu gostaria muito que se tornasse popular o hábito de escrever o roteiro dos jogos em livros e vendessem o livro mesmo. Não é perda de tempo, não é perda de dinheiro... É que há jogos que a história é simplismente incrível e merece uma adaptação em livro. Eu duvido que você não conheça um jogo que não mereça isso.


O livro começa exatamente com o tutorial do jogo. Sim, exatamente, o tutorial.
Você vê uma revoltada acontecendo, na calada da noite, de uma gangue toda sbruchubrada, falando de raça superior, tudo melhor, blábláblá. Típico vilãozinho.
Logo depois, aparece, *pampam*, Ezio Auditore, seguindo esses caras. Diálogo massa, começa a luta, Ezio só apanha, só apanha.
Para salvá-lo, aparece, *pampam*, o irmão dele! E o que ele faz? Ensina o Ezio a lutar ali mesmo.
-Espera, tá acontecendo uma briga de gangue e aí tem, no livro, uma pausa para tutorial?

Vou inclusive transcrever esta parte do livro pra vocês verem que não estou zuando:
"Antes mesmo de terminar de falar, já estava no meio do combate, batendo a cabeça de dois homens de Pazzi (...)Juntando isso aos rugidos e punhos velozes de Frederico, que logo foi imitado por Ezio (ele aprendia rápido), não demorou para deixá-los em pânico."
Conseguem ver? Conseguem ver? O tutorial do jogo? É algo que fico encantado de verdade com o livro. Eu não estou lendo a história, eu estou vendo um gameplay com todas as cutscenes! Além desta cena, claramente do gameplay do jogo, há ainda as side-quests: lembram da quest de juntar as penas pro irmão do Ezio? TEM NO LIVRO!!!!!!
Não sabia que existiam coisas assim

E eu imagino que esta seja uma quest chata, pois, quando o irmão do Ezio falou disso, Ezio fez uma careta muito feia.
Bom, agora, falando da história para quem não jogou Assassin's Creed (eu também não, só estou lendo o livro):
Ezio com suas geringonças feitas/adaptadas
pelo Leonardo da Vinci
A história se passa na época da Renascença, por volta de 1400 e bolinhas.
Nesta época, na Itália, estava acontecendo um incrível troca-troca de poder, além de altas intrigas entre banqueiros.
A família de Ezio, personagem principal, é uma influente família de banqueiros na grande Florença. Ezio e seu irmão, no entanto, não possuem vocação nenhuma pra isso, pois saem na rua fazendo bagunça, arrumando briga, conseguindo umas cocotinhas...
Apesar disso, Ezio tem uma forte ligação com Cristina Calfucci. Óbvio que o pai da Cristina não quer nem conversa com Ezio, pois, apesar de ser filho de banqueiro, é devasso demais pra filha dele, então, Ezio e Cristina possuem uma espécie de amor proibido (algumas partes chegam a serem fofas).

Ezio as vezes ajuda o pai sendo pombo-mensageiro, entregando documentos importantes para pessoas importantes (óbvio, ele vai pulando de telhado em telhado pra isso). Porém, poucos dias após que passamos pelos tutoriais, enquanto Ezio entregava outro destes documentos importantes (desta vez, para um senhor suspeito), a família Auditore é acusada de traição e todos os homens desta família estão condenados a forca. Ezio foi o único a não ser capturado, justamente por estar fora de casa no momento. Quando retorna pra casa, encontra a mãe em estado catatônico, a irmã com marcas de agressão e a casa totalmente destruída. Ezio, furioso, invade furtivamente a prisão e tenta falar com o pai, antes de ser executado. O pai fala o seguinte:
-Agora me ouça: você precisa voltar para nossa casa. Há uma porta secreta no meu escritório. Atrás dela, há um baú escondido em uma câmara. Pegue tudo o que encontrar ali dentro. Escutou? Tudo! Boa parte vai parecer estranho, mas tudo ali é importante.
A partir deste momento, imagino que a verdadeira história do jogo começa, assim como começou no livro. Ezio começa buscar vingança, saber quem planejou este golpe (quer dizer, quais são as chances de bancários serem acusados de crimes como traição e ainda ser julgado à forca?), saber o que está acontecendo e saber porquê um bancário renomado possui uma porta secreta em seu escritório.

A trama vai ficando complexa a medida que a história avança e conta com personagens bastante famosos, ou vai que alguém não conhece A Ordem dos Templários? Ou Leornado da Vinci? Ele, inclusive, acaba se tornando grande amigo de Ezio e faz o que fazia, historicamente, de melhor: invenções (apesar de ganhar dinheiro com pinturas).


-Mas os Templários não é tipo uns 300 anos antes da Renascença?
Bom, é. Este primeiro que temos traduzidos não é o primeiro livro da série, é o livro baseado no começo do jogo mais famoso, Assassin's Creed II. Os outros livros que temos traduzidos também se referem às franquias mais famosas da série, mas isto não prejudica a leitura (assim como não prejudica o jogo).

Eu nem faço ideia de como é o jogo, ou a cara real dos personagens, está tudo na minha imaginação. Não preciso comentar que o que eu mais estou gostando é de diferenciar gameplay de cutscene no livro; achei simplismente fantástico isso.

O livro eu comprei nas Americanas (MARKETING OI) e veio bem rapidinho em um estado muito bom, além deles mandarem emails quase que todos os dias falando a situação do meu pedido (sim, comprei na internet, então garanto que é confiável). Chegou em menos de duas semanas.

Bom, eu não tenho ideia de quanto é a média de um livro bom, mas acho que menos de R$30,00 é um ótimo preço (eu paguei R$18,00 no livro porque tava em promoção, yuhul!).

6 de setembro de 2012

Alice Madness Returns: Go to Wonderland

Faaaala pessoal do AK!

Eu ainda estou organizando uma jogatina incrível, um gameplay, com a dupla dinâmica Daisu e Yori, em que elas, junto comigo, jogaremos uma incrível partida de um jogo muito mágico, assim espero.
Lógico que a primeira coisa que eu e a Daisu faremos será aniquilar a Yori, pois não há nada mais divertido que isso.
-Roxas, ninguém assiste gameplays. Os que assistem gostam de ver reações das pessoas em jogos de terror
Não, mas vai ser tudo zuado, vai ser bem bacana, muitas tretas.

Bom, eu havia comentado ano passado sobre um jogo que estava esperando há muito tempo. Eu havia jogado o Alice American McGee's e havia me apaixonado totalmente pela história, sem falar que o jogo era difícil, o que era um desafio (ou vai ver eu achava difícil porque devia ter uns 13/14 anos).
Como havia comentado do remake que este jogo teria, eu estava super empolgado e tudo mais. Vou desabafar sobre a decepção de Alice Madness Returns.
Ok, decepção é uma palavra muito forte. O jogo ainda é excelente mas só porque paguei 20 reais pelo original com roupas desbloqueadas.


  • História
  • Se há uma coisa que não tem como reclamar, é a história. Tão envolvente, Tão... Chega a chocar algumas partes, sério mesmo! Chocar de você falar "Camelo, que foca!"
    No fim de Mc'Gees, Alice finalmente conseguiu sair de coma e está seguramente "sã", ou um pouco mais sã do que era.
    Continuando a partir deste ponto, Alice se encontra num intenso tratamento psiquiátrico. Ela mora em um orfanato porque nenhum de seus parentes querem ter uma louca perto dela.

    O doutor reforça muito o fato dela voltar ao Mundo das Maravilhas, ter sonhos, esquecer o passado traumático e tentar viver bem e feliz, mesmo a Alice retrucando que ele está destruído; ele reforça que ela tem que reconstruí-lo, já que entende que o Mundo das Maravilhas é parte dela, então, nada melhor que ela tê-lo de volta.

    Com o passar do tempo na cidade, ela volta a ter contato com situações muito delicadas, como pessoas famintas, luxúria, violência e essas coisas. Pra uma mente sensível como a de Alice está agora, estas coisas fazem um mal tremendo! E isso se reflete no Wonderland.

    Ela acaba retornando pro mundo dela pra escapar destas situações, como tanto quis o doutor. Porém, a mente da Alice está desequilibrada, isso significa que Wonderland também. Apesar do esforço dela de tentar reconstruir Wonderland, novas coisas... De petróleo... Estão atacando Wonderland e o destruindo totalmente. Eles também estão tentando impedir a Alice de recuperar a memória da noite do incêndio na casa dela e...
    Por que "petróleo"? E não era justamente o passado que ela tinha que esquecer? Por que, então, os amigos dela estão exigindo que a Alice não se esqueça do que aconteceu? Caso a Alice não tente recuperar a memória, toda Wonderland é destruída... Mas, por quê?

    -Mas, espera aí, o que está havendo?
    Bom, é isso que ao longo do jogo nós vamos descobrindo, e devo admitir que eles fizeram isso da melhor maneira possível. O roteiro deste jogo está muuuuuito bom, e agora que somou os gráficos, este jogo é quase uma obra de arte!

  • Jogabilidade
  • Eu não consigo jogar um jogo que tenha muitas funções no teclado. Por conta disso, eu jogava no controle.

    E esta jogabilidade é o que mais decepciona neste jogo. **** jogo monótono.

    Alice agora faz um monte de coisa, deixou tudo mais fácil pra nós, jogadores. Quando jogamos pela primeira vez, nós não enfretamos boss dos mundos, somos obrigados a jogar de novo se quisermos ter a emoção de uma batalha com um boss.
    Ou seja, enfrentar toda aquela renga renga de novo.

    Não somente isso, a medida do jogo, as fases vão se tornando longas e sem puzzles que sejam realmente... Puzzles! Como não precisa mais de estratégia pra enfrentar os monstros (a gente pode inclusive causar um explodes durante isso [enfrentar um personagem mili ficando numa distância que ele não alcança, por exemplo]), ficou tudo tão absolutamente fácil que... Que eu nem imagino como seja o nível "normal" no jogo, que, pelamor.

    Voltando a falar destas fases longas, ainda tem uns itens pra ter que ficar procurando pra zerar 100% e desbloquear roupa massa e... PRA QUÊ?! Você não precisa desta roupa massa pra ver o que é mais importante no jogo, a super história deles. Não há cena extra que desbloqueia e, se há, é irrelevante.
    Mas sempre fica aquele sentimento "noooo, mas eu quero zerar 100%", só que não deu pra mim. É muito "nhenhenhe" ficar procurando itens minúsculos ou ouvir um porco pra ganhar dinheiro onde nem tem mais onde gastar.
    Se é pra ouvir as memórias da Alice, que são meros extras, eu procuro na internet.
    -Peraí, mas não é sempre você que reclama das dificuldades do jogo?
    Os itens tão difíceis de achar, e agora, espertão?

    Existe dificuldade justa e injusta. Jogos como "I wanna be the guy" possui uma dificuldade injusta durante todo o jogo. Alice não é pra ser um jogo de jogabilidade injusta, mas também não é pra ser ridícula como estavam os puzzles das fases. Não só ridículos como qualquer criança de 10 anos consegue decifrar, sendo que o jogo é recomendado pra 17 anos.
    Este detalhe das memórias serem chatas pra achar, puro preciosismo, não me faz ter vontade de jogar o jogo de novo. Me faz ter vontade de ver as cutscenes de novo, porque só a história e o gráfico são incríveis.
    -Ah, mas todos os jogos de ação deste jeito são assim! Eles tem estes itens difíceis pra ficar hard as coisas

    Próximo post eu te cito um jogo de ação assim que a jogabilidade é IMPECÁVEL, com puzzles relativamentes difíceis e, olha o detalhe, não é ridículo e tem o tamanho certo para não ser repetitivo, o que o fez um ótimo jogo (que ganhou uns prêmios por aí e tudo mais). E não tem estas porcaria de itens de puro preciosismo.

  • Curiosidades

    • No dia 28/05/2012, Alice entrou em promoção no Steam e ficou com 80% de desconto. Foi onde comprei o jogo. Um jogo bonito deste jeito realmente vale 10 dólares.
    • Ao comprar Alice nas lojas, ganhe grátis a versão American McGee's para computador.
    • Quando eu falei que o jogo é uma obra de arte, ele realmente é. Os chineses que a EA contrataram realmente fizeram um excelente trabalho. Até convido a ver este ArtBook. É algo que realmente vale a pena.

      Os cenários, as roupas, os personagens... Tudo no jogo tem exatamente o que o jogo se trata: insanidade. Os personagens normais, sem ser em Wonderland, eles mesmos parecem doentes. O que nos faz pensar: será que aquela é realmente a visão real do mundo ou a Alice está vendo tudo daquela forma doentia porque ela é doente? Acreditar nas memórias delas ou não?

      Já disse como foi bem trabalhado o roteiro e a arte deste jogo?
    • O jogo possui uns minigames legais... E outros insuportáveis. Sério. A Rodula Room seria muito massa se a gente pudesse voltar no quizz do Cheshire, mas nós só o fazemos uma vez. Depois disso, quando voltamos na Rodula, é sempre "mate os monstrengos super chengas".
    • Assim como Kingdom Hearts, eu desejo absurdamente que os roteiristas escrevessem a história deste jogo em um livro. Este tipo de jogo, com uma história tão bem contada, valeria muito a pena ter como livro. Se a Ubisoft fez um livro de Assassin's Creed, por que a EA não faz um livro de Alice?

    Pronto, pronto, passou, para de falar mal do jogo.
    O jogo, como jogo, eu esperava muito, mas muito mais, entende? Eu criei muitas expectativas porque gosto bastante da série. A tendência destes jogos é mesmo serem mais fáceis e eles venderem a dificuldade a parte, com os DLCs... Maldito mundo capitalista.

    2 de agosto de 2012

    Bust a Groove 2: Fever Time

    CO-CO-CO-CO-CO-COMBO BREAKER!

    Ficwritters, não levem pro lado pessoal.

    Estou trabalhando arduamente em zerar alguns jogos pra poder comentar aqui no AK, mas ainda está no processo de zerar... Continuo com minha política de fazer review apenas de jogos que zerei.

    Por conta disso, vamos voltar a minha infância, exatamente ano 2000 e falar de um jogo que eu não faço ideia do porquê não fez sucesso. Esqueçam o Just Dance, DDR e qualquer outro jogo de dança que considerem "dahora". Conheçam o oldschool Bust a Move 2, o primeiro rythim game que tive contato! (o Bust a Move 1 não existe, é mito. Nunca existiu nas feirinhas)
    Apesar da capa estar escrito "Bust a Groove", o nome é "Bust a Move" e me recuso a chamar de outro nome.
    O motivo é que, ao ser lançado no Ocidente, já existia um jogo chamado "Bust a Move", então... Mas a versão que eu tenho (Ainda guardo meus jogos de ps1, ok? Infância) é japonesa, então, ao jogo iniciar: "BÂSUTI A MUUUUUUUBI"

    -Espera, Roxas, se você não jogou o 1, e vai falar um review, como pode falar da história?
    Eu joguei e zerei este jogo quando tinha 9 anos... Ou 10... Não lembro exatamente.
    E crianças desta idade pulam a introdução dos jogos. I regret nothing!


  • História
  • É bom mesmo falar da história porque...
    Bom, eu não lembro.

    -Puxa, Roxas, que legal você falar de um jogo que nem a história sabe.

    Até me pergunto se tinha história porque... Hm.

    Bom, cada personagem tem sua história e sua motivação bizarra por estar dançando nas ruas, competindo com alguns dançarinos de outros estilos e talz... O problema é quando dança com robôs gigantes que destroem a cidade inteira, dinossauros, alienígenas...

    Na minha cabeça, o jogo é zuado. Tem umas histórias zuadas, pra gente rir mesmo e essas coisas.

    O importante é dançar mesmo! Esta é a história do jogo! Dance para salvar o mundo, issaê!


  • Jogabilidade
  • Como não tinham tutoriais naquela época, eu demorei bastante pra entender a jogabilidade do jogo.
    Não é apenas apertar os botões que aparecem na tela.
    É sentir a música~~
    E apertar os botões com estes mesmos sentimentos.

    -Hã?


    Aparece na tela uma sequência de botões que devem ser apertadas na hora certa para você continuar dançando. Achar esta hora certa depende do momento da música, do ritmo dela.
    Você até pode tentar ver quando a bolinha vermelha pisca, porque, quando ela pisca, é quando você deve ter apertado todos os botões do lado verde e apertar o vermelho naquele EXATO instante. Boa sorte, garoto, você tem 1 frame pra fazer isso.


    Quando eu jogava, eu me concentrava muito no jogo porque ele não é "um simples jogo de dança". Se o telefone tocasse, eu já perdia uma sequência inteira, o outro jogador me tacava um bolo pra tirar minhas pontuações e, cara... Ou alguém me chamava:

    Porque o jogo não tinha pause. Ou você terminava a fase ou apertava o "pause" e reiniciava a fase.


    Por sinal, eu aprendia meus movimentos de dança neste jogo, enquanto todo mundo dançava "boquinha na garrafa", eu imitava a Comet e tentava dançar como ela, porque patins são legais.

    Como disse, este jogo não é fácil. Não é apenas um rythim game. Você acha que "The Singing Passion of Hatsune Miku", de Diva Project 2, é difícil?! Ao menos você vê claramente quando deve apertar os botões!


  • Curiosidades
    • O jogo não ficou famoso. Não entendo como.
    • Como ele é zuado, vários esteriótipos e piadinhas japonesas (que a gente não entende) estão contidas no jogo. O ending do jogo é o mais tosquinho possível, mas ainda vale a pena ver.
    • Na minha memória, o 3D dele era melhor. Quando a gente é criança, a gente não percebe um monte de coisas, hahaha... Trágico.
    • Há poucas fases, poucos personagens... É um jogo pra ser jogado bem rapidinho. Eu zerei umas 300 vezes depois que peguei o jeito. Best feelings ever.
    • Foi feito pela empresa Enix antes de incorporar totalmente a Square.


    -Ah, faz o favor, Roxas, o jogo é horrível!


    É uma pena que nunca existiu continuação, ou o "Bust a Move 1" ficou desaparecido na imensidão da internet e essas coisas. Era algo realmente para ser lembrado.
    Os gráficos podem não ser de muito agrado (TRÁGICO!), mas ainda acho que vale a pena jogá-lo. É bem desafiador, cada personagem tem sua dificuldade (no controle de ps1, setas são mais duras que qualquer outra parte do controle, então fazia parte do desafio), cada um tem seu jeitinho meigo e tudo mais...
    GNMH - CRÉDITOS ❤