Vick e Yori postando juntas um review. Esse é um anime realmente bom, por isso vamos falar dele, o nome é o título :D /ohreally
Como ninguem posta nessa budega mais sobrou pras duas administradoras fazerem o post:
Another é um anime de suspense e drama,se passa numa cidadezinha do interior onde uma lenda obscura sobre uma sala de aula do nono ano de uma escola chamada Yomi Norte assombra os alunos.
Nessa sala de aula,um aluno de 26 anos atrás morreu,mas os colegas continuaram fingindo que ele estava lá,assim que o ano letivo acabou eles tiraram uma foto e o aluno que tinha morrido tava lá.
Assim todo ano a sala 3-3 do nono ano tem um aluno extra na sala,e isso dá início a uma série de acidentes.Para evitar isso os alunos inventaram uma série de contra medidas.
Só que nesse ano tudo deu errado
(Sinopse by Vick )
Opinião: A história do anime é muito boa! Eu realmente me surpreendi com Another e virou um dos meus animes favoritos. Mas também é questão de gosto :3 A história te dá uma sensação que você tem que ver o próximo capítulo logo, de tanta curiosidade. E o final é incrível *--*
O anime tem 12 episódios, mas 12 episódios bem elaborados :D Pra mim, não tem o que falar de Another, é um ótimo anime.
P.S. (Vick): Achei a OP um lixo...mas tudo ok né,é um ótimo anime.
Hoje vou falar de um oldschool lançado em 2008 que, quando foi lançado, causou muito pânico, terror e... Bom. Um monte de reações em cadeias pra esses masoquistas que adoram jogos de terror.
Antes de mais nada, eu vou confessor que, tendo "níveis" de tensidão sobre jogos de terror, o máximo que eu aguento é o do post anterior, o do Clock Tower. Daqui por diante eu não sou doido de jogar tudo 100%.
-Roxas, você vai falar de um jogo que nem jogou direito?
Hotel 626 foi uma amiga minha que me apresentou e falava "Joga, Roxas, é legal". E ela estava jogando. E, enquanto ela jogava e me mostrava o jogo, eu me afundava na cadeira e tapava meus ouvidos (como se adiantasse alguma coisa).
Sim, sou bem medroso.
História: Você começa acordando em um hotel e se vê preso nele. Recebe um telefonema dizendo que tem que sair daí o mais rápido possível. Só que o Hotel ééé...
Ahn...
Bom, quando você vai andando, uma sombra cabeluda que veio do filme "O chamado" te suga e você acaba indo parar em lugares aleatórios deste hotel, como um quarto de uma hóspede, ou no banheiro... Só que sempre tem que ter bizarrices e GRITOS nestes lugares que tu cai. Sempre.
Jogabilidade: Point-click, basicamente. Roda a bolinha do mouse em alguns casos, mas o jogo todo é feito disso.
PORÉM, segundo masoquistas, é fundamental você ter uma web-cam funcionando e microfone, pra dar mais emoção ao jogar Hotel 626. A fase do lullaby (canção de ninar) mesmo você precisa do microfone, pois, dizem, que não é nem um pouco assustador girar a bolinha do mouse pra fazer a menininha dormir.
Mais emoção? MAIS EMOÇÃO? Seus malucos
O jogo tem 3 fases, uma da loira do banheiro, outro da lullaby e outro do cara do manicômio. Esta última tem um quebra-cabeça do inferno pra ser resolvido, mas você consegue (se for jogar).
Curiosidades: Creio que aqui todos sabem o que é um jogo em Flash, não sabem? Ataque do Unicórnio Robô, Sim Dates, dress-up's são todos jogos em Flash... E Hotel 626 também! Incrível a qualidade que conseguiram para este jogo.
Sabe Doritos? Então, o jogo foi patrocinado por eles.
Outra curiosidade é que o jogo só funciona das 18:00 às 6:00, para pegar o horário sem luz do sol (apesar de existir macetes para medrosos jogarem este jogo de dia).
Há a continuação do jogo do jogo, chamado Asylum 626, mas, segundo masoquistas, é incrivelmente podre comparado ao Hotel 626. Eu até pensei em jogar, mas... Eu não acredito na conversa deles. Néééh.
Caso você queira jogar Hotel ou Asylum 626, você pode jogar clicando aqui
-Roxas, este review foi um lixo Eu sei... Eu sei! É que eu não consigo jogar direito o Hotel 626 e nem tem muito o que falar dele. É um excelente jogo em flash, mas o que posso falar se não consigo passar da primeira fase? Sério, loiras me assustam! Principalmente quando elas gritam loucamente!
Ba' noite, pessoas! Continuando os posts com jogos considerados pertubadores, hoje vou lhes apresentar um verdadeiro oldschool neste tipo de jogo. Todos já devem conhecer:
Fatal Frame
Silent Hill
Siren (Ok, este último nem tanto)
-Roxas, já que está falando de jogos de terror, por que não citou Resident Evil?
Ora, porque estou falando de jogos de Survival Horror e, apesar de Resident Evil estar na lista, segundo a Wikipédia, estou falando de jogos que o principal foco não é matar monstros, mas sim fugir deles.
E vou apresentar hoje o pioneiro deste tipo de jogo: Clock Tower: First Fear
A menina está correndo de um anão pançudinho com uma tesoura gigante?
História: Nada muito complexo: você controla Jennifer, umas das 4 crianças que foram adotadas pela Sra. Mary, dona podre de rica. Ela leva as crianças para a casa dela e as deixa sozinhas na sala. Por estar demorando muito a voltar, Jennifer decide procurar a Sra.Mary.
O problema é que, quando ela sai pra procurá-la, pouco a pouco, todas as outras crianças vão sendo mortas por... Quando eu joguei, eu juro que gritei "P*T* M*RD*! UM ANÃO COM UMA TESOURA GIGANTE" e agora ele pra mim sempre será um anão com uma tesoura gigante. Falando assim é engraçado, mas me deu um medo do caramba quando ele aparece pela primeira vez.
Ok, eu me envergonho por dizer que fiquei com medo
Enfim, o anão com a tesoura gigante vai matando as crianças adotadas uma por uma. Sua função é sobreviver e, se possível, salvar os seus irmãos.
Jogabilidade: Mouse, setas. Só isso que você tem. Você não consegue matar o anão; só consegue se esconder e empurrá-lo. Ah, uma coisa também nova para a época é que, caso você corra demais, a Jennifer fica cansada e pode tropeçar. Isto realmente te atrapalha se o anão está justamente atrás de você, então não abuse do botão de correr.
Você pode interagir com diversos objetos e descobrir o que acontece naquela casa e porquê cargas d'água o anão está matando todo mundo. O problema é que, se você realmente for querer descobrir tudo, seus irmãos morrem durante o jogo. Então, não demore muito.
Mas você tem muitos finais alternativos, não se preocupe.
Curiosidades: Não acredite no primeiro final que você vê no jogo. Uma grande inovação que este jogo trouxe para os jogos da nossa geração são os múltiplos finais que mudam completamente o rumo da história. Ao todo, são, nada mais, nada menos que 9 finais possíveis.
Além disso, não é só o anão que pode te matar no jogo. No vídeo mostra que, se você não prender a arara a tempo, ela acaba te matando também. Se você estiver muito cansada (por ter corrido muito), o espelho ali pode te matar. Ou até uma boneca pode te matar (malditas bonecas de porcelanas! Mal consigo prever seus movimentos).
Já falei que jogos de terror só são de terror por causa da música? Jogar este jogo no mute é como dar um passeio no parque e comer tortugita. É muito aguniante a maior parte do jogo só ter os sons de passos da Jennifer e ter músicas agudas só quando algo tenso está pra acontecer. Neste aspecto, até você pode se assustar com este jogo que tem 16 anos. Meus parabéns a Nintendo, por ter feito muito bem a trilha sonora deste jogo.
-Roxas, o jogo parece, ahnn... Bacaninha e tudo mais... Velho... Esta primeira versão do jogo está disponível apenas para SNES. Há remakes e continuações do jogo para PS1, mas eu não as recomendo. O bom mesmo foi este que a Nintendo lançou, os outros, da Sony, infelizmente, são toscos e clichês demais, até para a época. -Mas, Roxas, eu não tenho mais SNES e não vendem mais cartuchos. Onde posso achá-lo?
Pode não assustar muito o jogo, mas eu mesmo o acho tenso, mais pela trilha sonora do que qualquer outra coisa. Neste aspecto, considero que os caras mandaram muito bem quando fizeram o jogo. Sem falar que desde de quando um joguinho de SNES pode ser considerado tenso? Os caras conseguiram, pô. Além do mais, na época, um jogo não podia ser absurdamente grande porque não tinha tanta memória assim um console... E fazer um jogo ter 9 finais?! Quantos jogos vocês conhecem que tem isso tudo?
Boa tarde, pessoas! Agora estou com todas minhas frescuras pra postar prontas. Eu havia planejado postar em todo mês de outubro, mas, por motivos de forças maiores, não o fiz.
Por isso, novembro, pelo menos os meus posts, terão jogos consideradores pertubadores, do mais leve ao mais pesado com o passar das quintas feiras.
Eeeee eu não quero fazer a plaquinha.
F*ck this shit, vai ter só o vídeo mesmo
E hoje vou falar de um jogo indie em que pessoas beeeeem fracas consideram "Ah! Jogo inapropriado para crianças! Olha só quanta violência! E olha este ambiente, cruuuuzes", mas acho que isso é besteiras dos vovôs e vovós e acho um jogo bastante interessante pra todo mundo jogar.
O nome é: Limbo
História: Por ser um jogo mais focado na parte de quebra-cabeça mesmo, enquanto jogava, eu não achei a história bem definida. Nós acordamos nesse mudo preto e branco e só nos resta ir pra frente. Provavelmente eles queriam que descobríssemos nossa missão ao longo do jogo, porque, depois de um determinado tempo, nós vemos uma garotinha sozinha e tudo indica que temos que salvá-la.
Bom, procuramos mais a fundo, a garotinha, na verdade, é a irmã do garoto que controlamos. Ela, por algum motivo, foi parar no Limbo, ou Inferno, e o irmão tem que salvá-la de lá. Só que todo mundo no Limbo quer te matar... For reasons
Como disse, eles não quiseram focar tanto na história e a falta de diálogo a deixa bem confusa também.
Jogabilidade: Extramamente simples: você anda pra esquerda, direita, pula e segura/puxa/empurra objetos. Só. Por ter só isso, algumas fases são bem, beeem difícieis e interessantes de se fazer. Limbo não dá pra ser jogado em um dia todo, isto é fato. Além do mais, algumas fases tem anti-gravidade, ou você entra dentro de uma máquina e o piso vai "andando"... De fato, o jogo é bem interessante neste aspecto.
Curiosidades: Acho que a mais legal mesmo é o ambiente que os desenvolvedores criaram. Você vê que o jogo não é apenas "ah, mais um jogo de puzzle" -Mas, Roxas, é só mais um jogo de puzzle... Ok, é outro jogo de puzzle.
Mas, acredite, continua sendo massa!
O fato de ser tudo preto e branco atrapalha (na verdade, é legal, ok? Deixa coisado o coisa), vez ou outra, a ver o que está mais a frente... Ou seja, vai ter umas partes que você vai falar "Oooopa, pisei numa armadilha". A música também, quando você chega perto de alguma parte tensa muda; ajuda ou atrapalha, depende de como você reage a mudanças drásticas de som (jogos de terror são trabalhados nesta forma, sabia?).
Além disso, acho que pelo fato do garoto ser cabeçudo, num sei, deixa com ar mais "fofo" o jogo, apesar das situações que o garoto se mete e das infinidades de como pode morrer.
Disponível pra XBox 360, PC e PS3, há uma versão para download que os desenvolvedores disponibilizaram para quem quiser jogar o jogo for freeeeeedom. É bem levizinha e acho que até seu trambolhão do celular consegue rodar[?]. Pode baixar o jogo aqui.
Talvez eu tenha problemas quando, no jogo, tem algo de "fofo" nele, eu não consigo achar isso pertubador, como é o caso do Enzai.
Bom, algumas pessoas podem achar um garoto que corre estranho com olhos muito brancos totalmente pertubador, mas, sei lá. Ele é tipo um pudim, sabe? Um pudim assim:
Devo informar que estava juntando material pra fazer um post sobre monstrengos, mas dei uma pausa visto que ainda não estamos no Halloween. E também, a fadítica notícia que eu quase não tenho jogado jogos novos porque... Porque cálculo é... Cálculo é.
[E as pessoas encaram tentando lembrar quem é Roxas]
Ca-ham, então. Oi! Como vai você?
[E Roxas diz oi]
Hoje vou falar de um jogo que joguei na casa de um amigo meu e achei forte demais para mim, tanto é que não baixei, só experimentei uma vez e... É, é forte. O nome é VVVVVV (Sim, você leu certo. Não é meu teclado com convulsão)
É um daqueles jogos indies cheios de desafios e quebra-cabeça, desses "I wanna be the guy" e talz.
No começo, conta que você é o capitão de um navio espacial e acabou parando nesse universo maluco. Como viram no vídeo, ele passa por diferentes dimensões (diferenciadas por nível de dificuldade e cores) e cada tripulante foi parar em cada dimensão. Sua missão é salvar todos os tripulantes e descobrir a causa dessas interferencias multi-dimensionais.
A única coisa que você pode fazer é reverter a gravidade com o botão v/z (além dos direcionais: w,a,s,d). Viu só? Nada muito complexo. O jogo até parece que saiu dos anos 80 por ser todo assim, bitizado, mas foi feito ano passado. Não deixa de ser uma gracinha.O Baixaki disponibilizou uma versão teste e você pode baixá-la clicando aqui. (E o resumo deles está incrivelmente melhor que o meu, é claro)
Eu mesmo não consegui jogar, então não sei lá de muita coisa. Mas, o jogo não deixa de ser bacana e beeeeem desafiador.
Só que você, pessoa dos anos 90 e do 2000, você se prepara. Se você nunca jogou Megaman x4, por exemplo, você vai morrer mais de 700 vezes neste jogo para juntar todas as bolinhas e salvar todos os amiguinhos. Acredite, que é verdade. Os desafios que tem no jogo estão longe de serem fácieis e, se você joga God of War e acha complicado... É... VVVVVV não é um jogo pra você.
Eu não joguei o jogo tanto, mas tá lançado o desafio, trolololololo.
-Roxas, desde de quando você gosta de Harry Potter?
Eu não sou fã louco estupefado de Harry Potter. Tanto é que só li os livros, não vi os filmes.
Mas hoje, neste dia do meu post, é a pré-estreia do último filme, que as pessoas estão loucas morrendo que "acabou HP" e talz... Quer dizer... HP nunca vai acabar praqueles que ainda acreditam em magia.
Vá fazer sua homenagem potteriana ainda hoje, antes que seje tarde!
[E o trouxas não-fã de HP olham pro post do Roxas]
Porém, contudo, todavia, meu post não será nada de mágico. Como disse, não sou fã estupefado de HP e não vejo a necessidade de falar hoje como "último dia de magia".
Por isso mesmo, vou falar de mineiros.
-Roxas, você começou o post falando de HP. Agora vai falar de "mineiros"? Qual teu problema?
Certo dia eu aparetei no chat do AK e uma leitora me perguntou: Roxas, o que você acha de Minecraft?
Minecraft pra mim é uma droga porque não sou fã destes tipos de jogos sem objetivos (por esta mesma razão, nunca fui fã de The Sims).
Não joguei suficiente bem pra poder falar alguma coisa deste jogo, mas perguntei pra várias pessoas do meu curso o suficiente pra poder escrever algum post.
Este vídeo mostra bem a diferença entre Minecraft e Terraria, ambos do mesmo estilo.
A grande vantagem de Minecraft: você começa do nada e tem uma infinidades de coisas pra fazer. Inifinidades mesmo. Chega a ser estúpido o que você pode fazer neste jogo que conta com um p*** pacote de bibliotecas de física.
Os gráficos meio quadrado... -Meio?
Ok, os gráficos quadrados deste jogo, para alguns, é o que dá a ele o "charme" da PixelArt.
Normalmente, as pessoas que gostam de jogar Minecraft levam horas e horas, seja explorando o mundo de Minecraft, explorando com um amigo ou construindo um castelo.
Em Terraria, ao menos, você possui um objetivo: conseguir todos os equipamentos do jogo, matar todos os monstrengos do jogo e ainda construir o melhor forte de todos, explorando todos os lugares possíveis do lugar. Os gráficos 2D é um grande diferencial e um limitador para constuir neste jogo.
A desvantagem que eu vejo em Minecraft: você leva horas e horas da sua vida construindo um forte, por exemplo e...
E agora? É como ser o mais forte do servidor em qualquer MMORPG.
A desvantagem que eu vejo em Terraria: você conquista os melhores equipamentos, constrói o melhor forte...
E agora? É o mesmo enigam do Google, que dominou a internet.
Ambos os jogos requerem paciência. Tenha um objetivo de construir algo e leve horas e horas até esta construção ter terminado.
Mas eu mesmo não tenho, por isso, não jogo. Não vejo nada demais em jogos assim, então:
Roxas do not approve this game
-Roxas, se você não gostou deste jogo, como diabos você fala dele num post? Quem você acha que vai jogá-lo depois de um review porco deste?